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Acidente de trabalho
Dor que não passa, coluna travada, audição piorando ou esgotamento? Em até 24 horas você entende se a doença tem ligação com o trabalho e quais direitos podem ser pedidos.
A doença ocupacional é a doença causada ou agravada pelo trabalho, como LER e DORT, problemas de coluna, perda auditiva por ruído, burnout e depressão ligada ao trabalho, e a lei a trata como acidente de trabalho (Lei 8.213/1991, art. 20). Ela dá direitos a quem adoeceu por causa das tarefas, do ambiente ou da pressão no emprego, inclusive quando o INSS não reconheceu a ligação com o trabalho. Os direitos incluem a CAT, a estabilidade de 12 meses depois do auxílio acidentário e, quando a empresa tem culpa, indenização por danos morais e materiais.
Definição
A lei divide a doença ocupacional em dois tipos: a doença profissional, típica de uma profissão, e a doença do trabalho, causada pelas condições em que o trabalho é feito. Os dois têm os mesmos direitos.
Como a lei equipara essas doenças ao acidente, quem adoece por causa do trabalho tem a CAT, o auxílio acidentário do INSS, a estabilidade de 12 meses na volta e o FGTS depositado durante o afastamento.
A diferença está na prova, que costuma depender de perícia médica. Para ver os direitos no acidente, consulte os direitos de quem se acidentou no trabalho.
Sinais
Você pode ter uma doença ocupacional quando a dor ou o adoecimento começaram ou pioraram por causa do trabalho. Estes são os sinais mais comuns.
Dor no punho, no ombro ou no cotovelo que piora no trabalho.
Hérnia ou dores fortes depois de anos carregando peso ou em postura forçada.
Você ouve cada vez menos depois de anos em ambiente barulhento.
Esgotamento, crises de ansiedade ou depressão ligadas à pressão do trabalho.
Você foi afastado pelo INSS, mas com o auxílio comum, e não o acidentário.
A empresa demitiu você durante o tratamento ou logo depois do afastamento.
Passo a passo
São seis etapas pelo celular, pensadas para quem está em tratamento.
Retorno em até 5 minutos
Você preenche o formulário. No horário de atendimento, a Dra. Gisele retorna em poucos minutos.
No mesmo dia do contato
Você manda pelo celular laudos, exames, atestados e cartas do INSS.
Em até 24 horas
A advogada avalia o nexo entre a doença e as suas tarefas e quais direitos podem existir.
Na conversa da análise
Você sabe o que fazer com a CAT e com o tipo de benefício, e quais indenizações cabem.
Logo após a sua decisão
A advogada prepara o pedido e acompanha a perícia médica, ou tenta um acordo com a empresa.
1 a 2 anos em média
Você é avisado de cada movimentação. Com recursos, de 3 a 5 anos; muitos casos terminam antes, em acordo.
Escopo
O atendimento cobre o caso do começo ao fim, da análise ao acompanhamento.
O que não está incluído
Riscos
Os riscos dependem principalmente da perícia médica e da prova da ligação com o trabalho. Todos são explicados antes de qualquer decisão, assim como as condições do atendimento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Perícia médica | O laudo do perito tem grande peso na decisão | Perito avalia se a lesão tem relação com as tarefas |
| Prova do nexo | Laudos e descrição das tarefas mostram a ligação com o trabalho | Exames que mostram piora ao longo dos anos de trabalho |
| Outras causas da doença | Causas fora do trabalho não tiram o direito se o trabalho contribuiu | Concausa reconhecida pelo art. 21, I, da Lei 8.213/1991 |
| Justiça gratuita | Quem tem justiça gratuita só paga despesas do processo se deixar de precisar dela | Regra confirmada pelo STF em 2021 (ADI 5766) |
| Pedidos negados | Se algum pedido for negado, pode haver honorários para o advogado da empresa sobre aquele pedido | Regra do art. 791-A da CLT, avaliada antes de incluir cada pedido |
| Acordo | Um acordo pode encerrar o caso antes, e você decide se aceita | 38% dos casos terminam em acordo na fase inicial, segundo o CNJ |
Guia prático
Este guia mostra as doenças ocupacionais mais comuns por profissão, o que ajuda a provar a ligação com o trabalho e como funciona o nexo técnico.
A lista ajuda a reconhecer o seu caso. Estar nela não garante o direito, e estar fora dela não tira: quem decide é a perícia.
| Doença | Profissões em que é comum | O que costuma causar |
|---|---|---|
| LER e DORT (punho, cotovelo, ombro) | Caixa, operador de telemarketing, digitador, linha de produção | Movimentos repetitivos e ritmo intenso |
| Problemas de coluna | Motorista, auxiliar de carga, técnico de enfermagem, pedreiro | Carregar peso e postura forçada |
| Perda auditiva por ruído | Metalúrgico, operador de máquinas, trabalhador da construção | Ruído alto sem proteção eficaz |
| Burnout | Bancário, vendedor com metas, professor, profissional da saúde | Pressão constante, metas abusivas, jornadas longas |
| Depressão e ansiedade ligadas ao trabalho | Qualquer profissão, em casos de assédio ou sobrecarga | Assédio moral e ambiente hostil |
| Dermatites e doenças respiratórias | Limpeza, cabeleireiro, indústria química | Contato com produtos químicos |
A perícia avalia a sua doença e a sua rotina. Estes documentos mostram as duas coisas.
Para algumas atividades, a própria lei presume a ligação com certas doenças.
O INSS cruza a atividade da empresa com a doença do trabalhador. Quando a combinação é comum, a ligação com o trabalho é presumida, pelo nexo técnico epidemiológico (Lei 8.213/1991, art. 21-A). Os documentos de saúde e segurança que as Normas Regulamentadoras (NR) exigem da empresa, como o PGR e o PCMSO, também ajudam a mostrar os riscos do posto de trabalho.
Com a presunção, é a empresa que precisa provar que a doença não tem relação com o trabalho. Isso pode facilitar o reconhecimento do auxílio acidentário.
Diferenciais
Em tratamento, você precisa de orientação clara e de alguém que cuide da prova por você.
No horário de atendimento, você recebe retorno em poucos minutos depois de enviar o formulário.
Em até um dia você entende se a doença pode ter ligação com o trabalho.
Quem analisa e acompanha o seu caso é a própria Dra. Gisele Santos.
Você sabe o que levar e como explicar a sua rotina ao perito.
Documentos pelo celular e audiências por vídeo quando possível, sem deslocamento durante o tratamento.
Desde 2010 vendo como as empresas contestam a ligação entre doença e trabalho.
Áreas atendidas
Casos de qualquer cidade do estado são atendidos online, no TRT-2 ou no TRT-15.
Dúvidas
As dúvidas mais comuns de quem adoeceu por causa do trabalho.
Pedir análise do meu caso de doença ocupacionalNão. A Justiça do Trabalho pode reconhecer a ligação entre a doença e o trabalho com base em perícia própria, mesmo que o INSS tenha dado o auxílio comum.
Pode ser, quando ligado ao trabalho. O burnout é reconhecido como doença relacionada ao trabalho, e o que decide o caso são os laudos médicos e a perícia, que mostram a relação com a rotina e a pressão no emprego.
Pode contar. Quando o trabalho não é a única causa, mas contribui para a doença ou a piora, a lei chama isso de concausa e também garante os direitos (Lei 8.213/1991, art. 21, I).
Pode ter. Quando a doença ligada ao trabalho é descoberta depois da demissão, mas tem relação com o emprego, o TST reconhece o direito à estabilidade ou à indenização (Súmula 378, II).
Laudos, exames, atestados, a descrição das suas tarefas e colegas que faziam o mesmo trabalho ajudam a perícia a ver a ligação. Veja o passo a passo em como provar doença ocupacional.
Sim. A CAT também vale para doença ocupacional. Se a empresa não emitir, o próprio trabalhador, o médico ou o sindicato podem fazer o registro no INSS.
Pode. A indenização por danos morais e materiais pode ser pedida durante o contrato, e a estabilidade protege o emprego depois da volta do afastamento acidentário.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Em doenças que aparecem aos poucos, a contagem costuma começar quando você teve ciência clara da doença e da sua ligação com o trabalho.
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A doença ocupacional faz parte dos direitos do acidente de trabalho. Veja também o quadro completo e o guia sobre provas.
CAT, estabilidade de 12 meses e indenização: os direitos que também valem para a doença.
Ver os direitos no acidente de trabalho
Assédio, horas extras, adicionais e outros problemas que podem vir junto com a doença.
Ver os problemas comuns no trabalho
Doenças comuns por profissão e os documentos que ajudam a provar a relação com o trabalho.
Ler o guia sobre como provar doença ocupacionalPrimeira análise do caso
Conte qual é a doença e como ela se relaciona com o seu trabalho. A Dra. Gisele retorna em até 5 minutos no horário de atendimento e, em até 24 horas, você entende seus direitos. Se preferir, conte sua situação para a Dra. Gisele pela página de contato.